Dia 146 - 09/11/22 - Quarta - feira - Pipa

Artur, as 4:00 da madrugada, chama, pedindo ajuda por conta de mosquitos. Foi para nossa cama, passei veneno no quarto deles e não mais dormi. Resolvi ficar acordado, fiz o chima e fui ver o nascer do sol, que hoje Caprichou. Nasceu as 4:52, sem as nuvens no horizonte de dois dias atrás. A cada nascer ou a cada lua, me imagino em um veleiro no meio do mar. Será que ainda farei, que irei curtir, ou este tempo já passou? Um espetáculo que mais uma vez foi lindo e emocionante. Dali, até os meninos todos acordarem, sendo o Davi que 5:59 estava de pé, nos aprontamos para ir a praia. Enquanto todos acordavam, organizei as fotos que estavam no iphone. Hoje a maré ainda levaria mais duas horas para estar no seu ponto máximo, a partir do momento que fomos, as 8:00. Lá eu quis dar uma caminhada para tirar algumas fotos e perguntei se queriam ir juntos, o que foi o suficiente para terminarem com meu projeto. Ali questionei a falta de espaços somente nossos. A Adelaide não entende isso. Fiquei contrariado com isso, o que deu para ver que o Davi notou. Na verdade os meninos estavam atrás de ondas. Chegamos em um ponto, que avaliei ser possível, pois não havia tantas pedras e com ondas. Realmente eles curtiram muito e se divertiram. Porém já no final quando estávamos indo embora, as ondas eram fortes no sentido de nos jogar para margem (havia pouco repuxo), o chapéu do Davi caiu de sua cabeça no exato momento que também subi em pedras, o que me fez priorizar segurar o Davi, sendo que o seu chapéu, rapidamente se foi, Vi-o ainda uma vez, mas impossível resgata-lo, em função das circunstâncias, estar com o Davi, pedras e ondas fortes. Não mais o encontramos e não valia a pena arriscar. Ficamos ainda um tempo tentando vê-lo, mas desapareceu. Sugeri a eles que escrevessem a história deste chapéu, desde o dia que veio a nossa família, até seu derradeiro momento conosco, e quem sabe a continuidade de sua existência por quem possa um dia encontrá-lo. Voltamos para o Motor home, pois as 11:00 eu tinha um compromisso com a mentorada Rafaela. Creio que foi um bom papo fortalecendo sua visão e encorajando-a no sentido de ser concreta naquilo que ela deseja para sua vida. Neste sentido minha experiência e minhas decisões de vida ajudaram. A tarde, após minha cochilada reparadora, fomos ao mercado, com o Davi e Artur de Bike. Lá encontramos o argentino e ciclista, Nahu, do projeto @magiaviajeraa, que já a três anos viaja pelo Brasil e tem intenção de recorrer toda a américa do sul. 

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